Hora de planejar o fim e início de ano e junto a isso vem o pagamento de impostos

O IPVA 2019 RJ você deve pagar de acordo com o calendário. Procure consultar a data determinado para o pagamento do seu IPVA 2019 RJ e procure não atrasar o mesmo, assim você evita incidência de juros e não corre o risco de perder os descontos concedidos.

IPVA é um dos impostos que mais preocupa os contribuintes pelo fato dele ter um valor alto e ser cobrado em qualquer época do ano, mas tudo vai depender de como o Detran vai organizar o calendário. É pelo calendário que sabemos quando efetuar o pagamento do IPVA.

Você verá como obter informações a respeito desse calendário e sobre como efetuar o pagamento do imposto. O imposto que é obrigatório e anual, só fica dispensado do pagamento quem tem veículos isentos por idade e também aqueles que possuem baixa cilindrada.

Procure saber mais detalhes sobre esse imposto e não deixe para pagar de última hora, se organize e mantenha o mesmo em dia para não ter problemas. Se organize ainda para realizar o pagamento de outras taxas como o Licenciamento e o DPVAT 2019 Rio de Janeiro.

Tabela Pagamento IPVA 2019 RJ

Tabela de pagamento IPVA 2019 RJ quem desenvolve é o próprio DETRAN do Estado do Rio de Janeiro, através dela é possível saber quando efetuar o pagamento desse imposto. O calendário é organizado com base no último número da placa do veículo. Todos os anos o Detran atualiza esse calendário.

O mais importante é não perder os prazos de pagamento, se isso ocorrer você não tem direito ao desconto que é oferecido na cota única e ainda por cima vai pagar juros pelo atraso. Entre outros problemas decorrentes.

Saiba também informações sobre o seu Seguro Obrigatório DPVAT.

Emissão guia IPVA Rio de Janeiro 2019

Você poderá efetuar a emissão da sua atrás atendimento online da Secretaria de Estado da Fazenda. Através do site desse órgão é possível fazer a emissão da Guia IPVA Rio de Janeiro 2019.  Abaixo explicamos detalhadamente como efetuar passo a passo:

  • Preencha os dados para emitir o documento.
  • É necessário que você informe o número do RENAVAM do veículo e clique no botão consultar;
  • a guia poderá ser impressa de acordo com a forma de pagamento escolhida pelo contribuinte.

Formas de Pagamento IPVA 2019 RJ

Essas são as formas de pagamento disponíveis para que você possa efetuar a quitação do IPVA 2019:

  • pagamento em cota única com desconto de 10%;
  • pagamento em até três cotas, sem incidência de desconto.

Escolha a melhor maneira para que você possa fazer a quitação do imposto, e sempre priorizando o prazo de pagamento, que é muito importante.

25 anos de Vídeo nas Aldeias

No próximo dia 12 de dezembro, será lançado em São Paulo o livro-vídeo que comemora 25 anos do projeto Vídeo nas Aldeias, que aproximou o vídeo de 127 aldeias indígenas brasileiras. O projeto é fruto do trabalho de Vincent Carelli, antropólogo e documentarista que formou diretores cinematográficos indígenas. Ele falou sobre esse trabalho na sua talk no Evento na Amazônia e inclusive adiantou alguns trechos de filmes que estavam ainda sendo finalizados.

Índios Amazônia

O livro-vídeo bilíngue, conta com depoimentos, ensaios críticos e fotográficos em mais de seis horas de filme.  Ele reconta a história da iniciativa, que já produziu registros de 37 povos e filmes premiados no Brasil e no exterior. O mais recente, Bicicletas de Nhanderú, uma imersão no cotidiano dos Mbya-Guarani (RS), poderá ser visto no próprio lançamento, no Itaú Cultural (Av. Paulista, 149), às 19h30hs, em sessão seguida por debate com realizadores indígenas. A entrada é franca.

Idealizado como um conjunto de textos, imagens e filmes que se complementam, Vídeo nas Aldeias – 25 anos reflete sobre cinco encontros mais significativos promovidos pelo projeto, com os índios Ashaninka (AC), Kuikuro, Xavante (MT), Huni Kui (AC) e Mbya-Guarani (RS). Em cada segmento, índios e equipes do projeto discutem o trabalho em conjunto, recompõem o processo de produção dos filmes e comentam repercussões e desdobramentos. Mais do que detalhes factuais, os depoimentos revelam o impacto da chegada do vídeo às aldeias: a apropriação do meio incita à retomada de rituais esquecidos, evidencia disputas políticas entre grupos diversos, expõe conflitos geracionais; mais do que tudo, possibilita projetar para o mundo uma imagem mais fiel dos realizadores.

 “Os vídeos trazem uma visão que nunca foi vista, não um olhar que exotiza a diferença, mas que humaniza e aproxima os índios da gente”, como já havia nos dito o próprio Vincent.

Esperança no faroeste

Foi o Felipe Milanez, também palestrante do TEDxAmazônia, quem nos apresentou o José Claudio Ribeiro. Felipe é repórter, profundo conhecedor da Amazônia e de seus problemas. Em outubro de 2010, um mês antes do TED, ele estava percorrendo o arco do desmatamento, que é a fronteira entre a floresta e a devastação – a imensa linha de destruição que avança ano a ano para o norte.

O arco do desmatamento é um faroeste: uma terra sem lei, dominada pelo interesse econômico de curto prazo. O ar é coberto da fuligem das queimadas, e às vezes o céu fica vermelho como se anunciasse o apocalipse. Madeireiros geram uma breve prosperidade lá, mas logo a madeira acaba, deixando para trás pasto, miséria, crime e morte.

Foi nas suas andanças por lá, pelas redondezas de Marabá, num município chamado Ipixuna, que Felipe avistou uma área linda, ainda tomada de castanheiras, uma das árvores mais deslumbrantes da floresta. Castanheiras dão castanhas do pará, um produto de altíssimo valor econômico, e por isso elas sempre foram valiosas de pé. Há muito tempo que é proibido derrubá-las.

Mas a voracidade do desmatamento não poupa nada. Depois que as árvores preferidas pelos madeireiros, como o mogno, se acabaram, as castanheiras viraram alvo. Hoje há um boom do setor de construção em Marabá. Muitas das novas casas são feitas de madeira ilegal de castanheira.

A propriedade que o Felipe avistou é o lote de José Claudio e de Maria do Espírito Santo, situado numa reserva extrativista. Felipe ficou impressionado com o casal. Saiu de lá encantado com a relação dele com as árvores. Zé e Maria vivem das castanheiras, explorando as castanhas, e por isso têm uma relação íntima com elas.

Zé descreveu a Felipe a derrubada de uma árvore como quem fala de um assassinato. Há quem diga que a árvore grita quando cai. Felipe nos escreveu um email no dia 9 de outubro: “tem algo de Chico Mendes muito, muito forte. Uma luta desigual: querem preservar as últimas castanheiras da região onde teve o maior castanhal da Amazônia – aqui foi tudo devastado, só há pasto, e era a Amazônia mais imponente de todo o bioma.”

Zé e Maria sofrem imensa pressão para vender as árvores, já foram ameaçados de morte por não concordarem, e uma ou outra vez escaparam de emboscadas. Quando o Felipe nos falou deles, ficamos com receio de expor o casal e de colocá-lo em risco.

O próprio Zé tratou de nos tranquilizar. Para ele, contar sua história serve de proteção. Quanto mais os holofotes iluminarem o faroeste, mais seguro ele está. Portanto, nos ajude a fazer este TED Talk circular. Talvez você esteja ajudando a salvar vidas: de homens e de árvores.